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Há vaga para profissional bem preparado. Uma pode ser sua

São Paulo - Apesar da desaceleração da economia neste ano, as 150 empresas vencedoras do Guia VOCÊ S/A — As Melhores Empresas para Você Trabalhar continuam contratando. Juntas, elas pretendem recrutar 32 526 profissionais até o fim do ano. As 150 empresas do guia representam 18 setores da economia, sendo que em 17 deles há a intenção de contratar.



Entretanto, a previsão de abertura de vagas é 18% menor que a de 2013, quando a estimativa era abrir 39 624 posições. A queda reflete a postura mais cautelosa de empresas e investidores diante das incertezas políticas e econômicas.

“Nos anos que antecederam a Copa do Mundo no Brasil, houve a oportunidade de criação de novas vagas. Mas, após o evento esportivo, não tivemos nenhum grande acontecimento que justificasse investimentos e geração de empregos. A indefinição política no país também segura os investimentos”, diz Celina Ramalho, professora do departamento de planejamento e análise econômica da FGV-Eaesp, escola de administração de empresas da Fundação Getulio Vargas de São Paulo.

Além disso, mais de 40% dos executivos de recursos humanos das 150 companhias do guia informaram que não farão contratações até o fim deste ano e manterão o quadro como está. Mas isso não significa que o cenário seja de paralisia geral. Há oportunidades de emprego associadas às mudanças feitas no interior das equipes na tentativa de melhorar os resultados.

“As vagas não aumentaram, mas houve um crescimento na rotatividade de profissionais. As empresas estão substituindo funcionários em busca de maior produtividade”, diz Natasha Patel, da Hays, empresa de recrutamento. Segundo o levantamento feito pela reportagem de VOCÊ S/A com as 150 empresas do guia, o Banco Bradesco é a empresa que mais vai contratar até o fim do ano e deverá abrir 5 500 vagas.

“As posições abertas são para a base operacional, nossa porta de entrada”, diz Glaucimar Peticov, diretora de RH do banco. No total, o setor de bancos e serviços financeiros tem 6 000 posições para ser preenchidas até dezembro. O número bate com a demanda mapeada por headhunters de todo o país.

“Neste ano, tivemos um crescimento de 30% na busca de executivos de finanças. As posições mais procuradas são nas áreas de compliance, auditoria e controladoria”, diz Luis Granato, da Michael Page. Na cooperativa de crédito Sicredi, cuja sede fica em Porto Alegre, buscam-se profissionais de finanças e contabilidade.

A cooperativa vai contratar 3 000 profissionais neste semestre, sendo que 30% das vagas são operacionais, 60% de nível técnico, e 10% gerenciais. Para os níveis técnico e gerencial, há posições também para as carreiras de administração, direito, gestão de cooperativas e tecnologia.

“Até o fim do ano, vamos inaugurar 100 novas unidades de atendimento e esperamos um crescimento de 10% no número de associados, que já é 2,6 milhões”, afirma Viviane Furquim, superintendente de gestão de ­pessoas do Sicredi. A maioria das novas unidades será aberta na Região Sudeste, mas há vagas nas regiões Norte e Centro-Oeste.

“É natural que as oportunidades de trabalho se concentrem no Sudeste, centro econômico do país. Mas vemos um crescimento da oferta de empregos no Sul, com algumas indústrias indo para lá”, diz Rodrigo Vianna, da Talenses, empresa de recrutamento de São Paulo.

Em número de vagas, o setor de bancos e serviços financeiros só fica atrás do varejo, que deve recrutar 8 262 pessoas até dezembro. Assim como no ano passado, quem impulsiona o setor é o McDonald’s, que deve empregar 4 000 novos funcionários. A característica da empresa de oferecer o primeiro emprego tem como consequência uma alta rotatividade nos cargos operacionais, como o de atendente.

Por causa disso, a rede está sempre contratando para a reposição de quadro. Para ter uma ideia, em 2013 a folha de pessoal dessas posições foi integralmente renovada. Embora quase 100% dessas vagas sejam operacionais, quem entra na empresa por esse caminho e permanece tem grandes chances de crescer.

Segundo o RH, mais de 70% dos gerentes da rede foram formados dentro de casa. Só quando não há um profissional pronto para assumir uma posição administrativa ou gerencial é que se busca no mercado. Ou seja, vale a pena começar de baixo.

Aumento do quadro

Se boa parte das empresas está repondo mão de obra ou apenas realizando trocas nas equipes, algumas companhias do varejo estão, sim, ampliando o quadro. “No Brasil, a base consumidora é muito grande e, apesar de a inflação ter intimidado um pouco o consumo, ainda há demanda”, diz Luis Granato, da ­Michael Page.

É o caso da Lojas Renner, rede que está em franca expansão. Até dezembro, a companhia deve contratar mais 2 000 pessoas por causa da abertura de 30 novas lojas distribuídas em diferentes regiões do Brasil.

“Estamos recrutando muita gente de base operacional, como assistente de vendas, auxiliar de loja, de expedição e armazenagem, mas também temos vagas para trainee de gerência e assistente de produtos financeiros”, afirma Clarice Martins Costa, diretora de RH da Lojas Renner.

Outros setores também estão em fase de expansão. A empresa de call center Teleperformance vai gerar 3 000 vagas, sendo 96% para cargos operacionais e técnicos e 4% para posições gerenciais. “As contratações acontecem devido à ampliação de nossas operações, à conquista de novos clientes e às movimentações naturais de nosso negócio”, diz Fabricio Coutinho, diretor global de pesquisa e desenvolvimento do grupo.

O Hospital Albert Einstein, do setor de serviços de saúde, também está ampliando o quadro. São 1 166 vagas até o fim do ano para atender os novos leitos criados na unidade do bairro do Morumbi, em São Paulo, e a inauguração da faculdade de medicina do grupo e de um hospital municipal cuja gestão será do Einstein.

Cerca de 40% das vagas são para os níveis operacional e técnico e 57% para nível superior — a maioria para enfermeiros e médicos. Os 3% restantes são posições de gestão. No setor de bens de consumo, a Brasil Kirin é a maior contratante, com 800 oportunidades.

“Estamos abrindo dois novos centros de distribuição: um em Fortaleza e outro em São Luís. Teremos tanto vagas operacionais como em todos os níveis de liderança para fazer a gestão dos times”, diz Ronald Bedin Balás, diretor de desenvolvimento humano organizacional da Brasil Kirin.

Fonte: http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/noticias/vagas-so-para-os-bons



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